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terça-feira, 11 de setembro de 2007


" um céu brilhou dentro de mim


de um profundo azul


como o fundo do mar


como o fundo do ser


como não ser de areia?


como não ser de mar?


ser (tão)


infinito


transparente


atemporal


imortal."


Clara Raposo

Um comentário:

Anônimo disse...

Gosto da foto. Muito do poema.
Ainda mais de fotocompoema.