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terça-feira, 30 de junho de 2009

Vestida de mar,
deixei pegadas de espumas por onde andei.
Meus olhos de maresia
não me deixam enxergar os caminhos seguros,
apenas o mar.
100 dias de poesia.
...e essa casa vazia...
Eu e o papel, uma para cada dia.
O futuro é meu nariz
e mais louco é quem me diz
que Eu,
poeta vazio
equilibro a vida por um fio.
Invento vida dentro de mim.
Crio tudo que penso
e destruo tudo que sei
sabendo que ser cruel comigo
é bacana.
Tudo entra em equilíbrio.
Simples e vazio
assim é o meu caminho.
O tempo não existe.
A forma não existe.
Tento ver o futuro...
O caminho
sem pedras, nem folhas...
Sigo em paz

quarta-feira, 26 de novembro de 2008



Esses dias estive em Cachoeira e São Félix para a bienal do recôncavo. Toda vez que passo por lá eu fotografo a ponte. Eu a acho linda, mas sinto lá no fundo, bem no fundo um certo "medinho" de passar por ela. O som alto das madeiras rangendo, batendo quando os carros passam dão uma certa angústia... e dessa vez eu também passei andando e as madeiras rangeram do mesmo jeito. Enfim...

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Eita!
Faz tempo que não apareço por aqui. Quase um ano. Fiquei me perguntando... pra que diabos eu quero um blog se não escrevo. Bom, fiquei feliz quando lembrei que tenho uma agenda e nem lembro por onde ela anda. Espero voltar aqui com mais frequência. Prometo!

quarta-feira, 12 de setembro de 2007