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terça-feira, 30 de junho de 2009

Vestida de mar,
deixei pegadas de espumas por onde andei.
Meus olhos de maresia
não me deixam enxergar os caminhos seguros,
apenas o mar.
100 dias de poesia.
...e essa casa vazia...
Eu e o papel, uma para cada dia.
O futuro é meu nariz
e mais louco é quem me diz
que Eu,
poeta vazio
equilibro a vida por um fio.
Invento vida dentro de mim.
Crio tudo que penso
e destruo tudo que sei
sabendo que ser cruel comigo
é bacana.
Tudo entra em equilíbrio.
Simples e vazio
assim é o meu caminho.
O tempo não existe.
A forma não existe.
Tento ver o futuro...
O caminho
sem pedras, nem folhas...
Sigo em paz